Bibliofilia: Amor por livros e por ler. O Bibliófilo ama ler e sente devoção pelos livros, colecciona-os e admira-os.
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12/02/2013

O vício das sagas

Sagas... Amamo-las e odiamo-las.
Quando vi no vídeo piloto do Só Ler Não Basta a Telma a dizer algo do género "tenho sagas para a vida toda", a minha primeira reacção foi a vontade de rir pelo tom com que o disse, e por me identificar tanto com essa declaração. Depois fiquei séria. Tenho mesmo séries para a vida toda? Há relativamente pouco tempo comecei a marcar no Goodreads os livros com a estante "series", onde já tenho cerca de 200, sem nunca ter chegado a fazer triagem de todos os livros que poderia adicionar a essa saga. Resolvi ir ver quantas sagas tenho nas minhas estantes e descobrir se estou afogada em sagas.

Já sabia que deviam ser bastantes. Como qualquer fã de fantasia saberá mais que bem, este é um género literário muito dado a histórias de arco prolongado. Quer seja uma sequência de livros dependentes do anterior ou com arcos independentes a cada volume, arriscaria dizer que para estes autores, as suas histórias combinam com o formato de saga como pão quente combina com manteiga.

Tal como muitos bibliófilos, no meio de tantas sagas de fantasia, já por várias vezes dei por mim a desejar ler somente um stand-alone, para variar. Cansada de histórias longas, de livros sem final, de ter sempre que comprar o próximo volume, de ter de esperar (e às vezes desesperar) para poder comprar o próximo volume, finalmente começar a leitura e com desalento constatar que detalhes essenciais para a compreensão deste recente volume se perderam algures na memória desde a leitura do anterior... Outro factor negativo: o aumento exponencial da pilha de livros para ler que representam as sagas: basta ler um, para adicionar três, ou quatro, dez! (ou mais) à lista de desejos. De tudo isto é feito o grito de guerra "estou farto de sagas!" que ocasionalmente se ouve nas redondezas de um bibliófilo, e constitui a razão pela qual as odiamos.

Mas o bibliófilo é feito de contradição, e ficar desesperado por ler o livro seguinte não significa que o livro em mãos não tenha sido viciante. De alguma forma ainda torna o vício pior. Personagens deixadas em suspenso no último capítulo, arcos complexos e densos que necessitam de centenas de páginas para serem explorados, aventuras independentes a cada novo livro. E principalmente, a maravilhosa sensação de termos mais um livro através do qual poderemos acompanhar aquelas personagens queridas e aquela história apaixonante. Mais outro, e outro, e outro. Querer que a história nunca acabe, desejar conseguir prolongar a leitura mas ao mesmo tempo saber que podemos acabar o livro, porque a continuação está à espera na estante. E é por tudo isto que amamos sagas.

Entre sagas lidas e terminadas, incompletas e que quero iniciar (com base no Goodreads que por sua vez está sujeito a falhas de memória da minha parte), efectuei o meu inventário de séries. Se livros fossem considerados bens monetários, era este o momento em que contratava um contabilista. 

Considerei "saga" um conjunto de livros que, quer tenham uma sequência de leitura obrigatória ou não, estão de alguma forma ligados cronologicamente pelos autores. Isso inclui livros prequelas, sequelas e complementos cronologicamente sequenciais, cuja compreensão total da história pressupõe a leitura dos livros anteriores. 
Em nome da minha saúde mental e do tamanho deste post, não incluí short-stories, novelas, contos ou pequenas histórias que frequentemente são publicadas no mesmo universo das sagas, antes, depois ou entre volumes; apenas volumes "a sério"! Pela mesma razão, mas ainda mais importante nos resultados, incluí "sagas que quero mesmo ler, mas não sei quando" (como a série Dark Tower de Stephen King, 7 livros), mas deixei de fora as que "gostava, eventualmente, de ler, mas não sei quando" (como a saga Malazan Book of the Fallen de Steven Erikson, 10 livros) . Percebem a diferença, certo? É tudo uma questão de prioridades e realismo. Igualmente, considerei sagas lidas aquelas em que já li todos os volumes publicados, mesmo que o autor ainda não tenha terminado a série, e seja tecnicamente uma saga a ser lida. Comecei por enumerar e contabilizar as sagas lidas, a ler e ainda por iniciar. De seguida veio a contabilização do número de livros em cada uma das sagas, e do número de páginas de cada livro. Recorrendo a ferramentas básicas e dotes rudimentares, compilei os resultados, e os números finais revelaram-se impressionantes.

Detalhes técnicos finalizados, e com a ressalva de podem surgir alguns erros algures, eis a minha contabilidade de sagas.







       




A minha primeira reacção foi: fiz mal as contas. Como será possível 61 sagas, 246 livros, mais de 100 mil páginas?

Mas não, está correcto. O Excel e o Goodreads não enganam, e qualquer erro pecará por defeito. 

Estes números totais, sendo impressionantes, não são completamente assustadores, se vistos como um todo, certo? Afinal, é uma massa de livros que já li e quero ler, e pilhas de livros para ler e estantes cheias de livros temos todos, certo?

Então comecei a fazer a contabilidade, não apenas como um todo, mas por categorias, e fiquei ainda mais impressionada! Tenho muito mais sagas por ler do que as que já terminei! Este resultado surpreendeu-me imenso. Tinha a sensação que, com todos os livros que li, e com a minha fixação por sagas, já tinha terminado mais do que 13 sagas. O resultado foi desanimador, especialmente comparando a pequena pilha de livros Lidas com as irmãs mais crescidas, A ler e Quero ler.

Provavelmente o meu sentimento enganador de que já li muito mais sagas do que o que realmente li vem do facto de ter imensas ainda em leitura. Uma assustadora quantidade de 28 (!!!) sagas que estou actualmente a ler. Quer tencione continuá-las num futuro próximo ou não, a verdade é que as comecei (sagas que iniciei e não tenciono, de todo, continuar não foram contabilizadas). Quanto às sagas que ainda nem comecei e que quero ler, bastou verificar que o seu número é quase o dobro das que já li até hoje, para me assustar. Como assim só li 13 e quero ler 20? Se em 26 anos de vida só li 13, quanto tenho de viver para ler todas?

Esta linha de raciocínio levou-me à analise seguinte: Tempo. Quanto tempo levarei a ler todas as minhas sagas? Fiz os cálculos em função de duas velocidades de leitura: o meu ritmo de 2012 - 32 livros por ano - e o que pretendo que seja o meu ritmo em 2013 - 40 livros por ano. Seguindo estes valores,  as séries que já iniciei representam uns meros 3 a 4 anos de leitura futura, e mais 2 a 2,5 anos constituem aquelas sagas que ainda nem sequer comecei.

Assumindo que deste momento em diante apenas lerei sagas, que não adiciono mais nenhuma saga à lista, e adoptando o ritmo de leitura mais realista (2012), demorarei seis anos e meio a ler todas as sagas que já iniciei e quero iniciar. Se a este tempo juntar as sagas que já li (assumindo também o ritmo de 2012 para as sagas lidas), terei passado 8 anos e meio da minha vida a ler sagas.

Voltando ao início deste post... Sim, acho que definitivamente estou afogada em sagas. 
Vemo-nos em 2018.


06/02/2013

As bibliotecas são para sempre

A propósito de e-books e a sua coexistência com o livro impresso na minha vida, de que falei neste post, deixo aqui este infográfico muito interessante - Libraries are Forever - E-Books and Printed Books can Coexist. Visto no blog Ler Ebooks, que já agora recomendo vivamente a quem quer estar informado acerca das novidades e tendências tecnológicas dos e-books e e-readers, ou simplesmente a curiosos.
Vale a pena ver todo o gráfico com atenção, mas chamo a atenção para alguns pontos em particular, como a conclusão que os leitores de e-books leram mais livros em 2012 do que leitores "físicos", dos quais alguns foram em formato impresso e outros em e-book. Igualmente, os leitores digitais estão a qualquer momento a ler livros em ambos os formatos, e a situação em que se encontram influencia qual o formato elegido nesse momento. A maioria de nenhuma faixa etária considerada afirmou estar preparada para abandonar livros impressos em função dos digitais. Achei curioso que, ao contrário da minha experiência pessoal, tenham concluido que a leitura no kindle é mais lenta. 

No final, a única e verdadeira conclusão a retirar na comparação de e-books e livros impressos: Seja qual for o formato, não há nada melhor do que um bom livro, e não podia concordar mais. 





03/02/2013

Bibliofilia #5


Bibliofilia é
(Visto originalmente aqui.)

25/01/2013

Diário de Anne Frank - Livro interactivo




O Diário de Anne Frank foi um dos livros que mais me marcou. Li-o na minha adolescência e ficou sempre como um dos meus favoritos, apesar de nunca ter sentido vontade de o reler. 
Celebra-se agora o 65º aniversário da primeira publicação d'O Diário de Anne Frank, e a Penguin lançou uma aplicação, para Apple e Nook, para trazer o livro à vida e explorá-lo de forma interactiva.



Além do livro completo em texto, podem ouvir-se partes narradas pela Helena Bonham Carter. A versão digital do livro contém diversas ligações para conteúdos extra, tais como clips áudio e vídeo, incluindo um comentário de Miep Gies, uma das pessoas que prestou auxílio a Anne Frank e a sua família. Podemos ver também uma edição facsimile do diário original traduzido para inglês, fotos da família antes da guerra, mapas originais feitos à mão, reproduções e esquemas do quarto e casa onde Anne Frank vivia escondida, etc. Adorei esta iniciativa, que considero uma excelente forma de conhecer ou redescobrir esta obra marcante e aprender um pouco mais sobre esta vertente da Segunda Guerra Mundial. Um pequeno vídeo mostra as potencialidades da aplicação, disponível por £6,99:




23/01/2013

Estante à Quarta (29)

Peças de joalharia bibliófila, da Janda JewelryAs minhas peças favoritas são as pulseiras, tão giras!







25/06/2012

Luz de leitura original - DIY

Gosto muito de ler na cama à noite, é um dos meus locais favoritos para ler. Quando não posso ficar a ler noite adentro, gosto de ler pelo menos uma hora antes de apagar a luz para dormir. A luz de leitura, precisamente. Achei esta em particular muito original e engraçada. Perfeita para bibliófilos.





E o melhor de tudo é que é um projecto DIY (faça você mesmo), com todas as instruções detalhadas aqui, por isso está à distância de apenas duas tardes (dizem eles) da nossa vida. O único senão: o sacrifício de um livro. 

24/10/2011

Bibliofilia #4


 A relação entre Outono e bibliofilia...


(daqui)


13/08/2011

Bibliofilia #3


(daqui)







Querer ler tantos livros 

e ter uma lista de espera tão grande 
que se começa a agendar leituras com meses de antecedência.





29/07/2011

In my mailbox (geek b-day edition)

Aviso à navegação: Este post é Harry Potter do início ao fim. Avance por sua conta e risco. Foram avisados. 




Ontem à noite recebi uma das melhores prendas bibliófilas de sempre!
Um grupo de meninas fantásticas juntou-se para me fazer uma surpresa no meu aniversário. Muito por culpa do recente final do universo Harry Potter, andava a namorar esta box há imenso tempo. Tanto que até já tinha feito uma investida (Oops! Mayday! Cancelar encomenda! Cancelar encomenda!), mas twit-friends de Norte a Sul anteciparam-se e uniram-se para me causar um ataque em público (sempre em público, é sempre em público!), que foi mais ou menos assim:




Uma caixa especial com os 7 livros, na edição das capas de adulto. Eu tenho os meus livros do HP numa misturada entre edições portuguesa e inglesa, e algo tinha de ser feito em relação a isso, certo? Colecção completa uniformizada e numa caixa linda de coleccionador? Que mais pode uma bibliófila desejar?!









Mais uma vez, muito, muito obrigada às queridas que me proporcionaram esta prenda! Quem diz que os amigos da net não são reais, não percebe nada da internet :)


Como nem só de livros vive o bibliófilo, um dia antes recebi do meu tio-padrinho-co-aniversariante, e TV/cinema-geek, uma outra caixa recheada de Potter-goodness! 


Adoro o facto de incluir os 6 filmes, mas deixar espaço para os dois últimos DVD's. A pensar nos coleccionadores, muito bem, muito bem!



Não manifestei por aqui a minha post-Potter-depression, motivada pela estreia do último filme da saga. Durante uns dias parecia que na internet só existia Harry Potter, e verifiquei que milhões de pessoas sentiam o mesmo que eu: o fechar de um ciclo, o terminar de uma década das nossas vidas, o final (oficial) da infância, depois de ter acreditado na magia aos 13 anos. Quando terminei o último livro pensei: Ainda tenho os filmes! Agora, tudo acaba. É a frase de promoção do filme, e é verdade.
Na estreia mundial em Londres, o elenco, equipa e fans reuniram-se em Trafalgar Square para a primeira exibição do filme. No meio de muitos relatos emocionados, por parte de pessoas para quem Harry Potter fez parte das suas vida, tal como da minha, e ainda mais, a autora J. K. Rowling fez a declaração que aqueceu  os corações de quem passou mais de 10 anos com estes livros. 


Já tenho as páginas, e já tenho as imagens, posso finalmente deixar este clico fechar. 12 anos depois de ter aberto o livro Harry Potter e a Pedra Filosofal pela primeira vez, sei que vou abrir estas caixas muitas vezes ao longo da vida, e sei que vou sentir sempre saudades. Hogwarts vai ser sempre um sítio especial para onde regressar.


12/07/2011

Bibliofilia #2



Ficar em êxtase com a perspectiva do lançamento de um livro há muito aguardado, 
e ao mesmo tempo desesperada por ainda não ter chegado. 


09/07/2011

Bibliofilia #1





Ficar triste, quase com vontade de chorar,
quando ao pegar num livro que está na estante há muito tempo,
soltam-se páginas ao abrir. 


14/06/2011

Leitor Convidado na Estante de Livros


A convite da Célia, a Bibliófila mudou-se para a Estante, por hoje. Ser o Leitor Convidado na Estante de Livros é qualquer coisa como atingir o topo da carreira dos book-bloggers. Neste caso, o topo da estante! 
Passem por lá, entrada livre para bibliófilos. 

(imagem daqui)

26/05/2011

És uma bibliófila quando...

Chegas aos correios e a senhora diz:

"Ora então, livrinhos, não é?"

19/03/2011

Mofo


Se uma casa velha ou fechada cheira a mofo, abrem-se portas e janelas para arejar...
O que fazer quando um livro cheia a mofo? Comprei um livro em segunda mão, e cheira imenso a mofo! A mofo mesmo, não a livro velho ou manuseado. Reparei no alfarrabista, mas no meio daquele cheirinho a livros não me apercebi que cheirava tanto a mofo, e o livro até está em muito bom estado. Já peguei em livros com 100 anos com melhor aroma. Felizmente não tem marcas de humidade (senão não o tinha comprado), deve ter estado guardado muito tempo numa divisão ou caixa a tresandar fungos.
Não tenho nada contra os fungos, sou a favor de todas as formas de vida do planeta, desde que não vivam nos meus livros.
Sugestões?


E já agora, a propósito de cheiro de livros.... O meu pai falou-me disto há tempos, mas pensei que era uma piada. Ainda assim não estou segura que não seja. 

24/01/2011

Acessórios literários para Bibliófilos

Bem o sabemos, a devoção aos livros abrange não apenas o conteúdo literário como o objecto físico do livro. Mas nem só de livros vive um bibliófilo. 

O verdadeiro "bookworm" deleita-se não só com o próprio livro, como com todo o tipo de objectos relacionados com o mesmo. Quantos de nós coleccionam marcadores de livros? Quem é que não dá por si a olhar embevecido para uma estante repleta? Quantos de nós não suspiramos quando entramos numa biblioteca? 

Esta bibliófila em particular arranjou outras "manias" livrescas, que não teriam passado de meras ideias, se não tivessem sido prontamente e brilhantemente concretizadas por uma pessoa talentosa (e, admitamos, com demasiada paciência para me aturar!)

Sempre tive o hábito de transportar livros comigo em viagens. Quem tem um livro nunca está só, e as viagens passam a voar quando se está a ler. Com uma mudança de casa no ano passado, passei a ter de lidar com viagens diárias em transportes públicos, e portanto, um transporte mais agressivo para os meus pobres livros, perdidos na confusão que é (sempre) a minha carteira. Cantos dobrados, capas riscadas, lombadas sujas, páginas marcadas... não podia ser!

Vi pela net umas imagens de bolsas e capas elaboradas para proteger livros, e como quem não quer a coisa, mandei essas imagens e links para o mail da minha mãe... Que me respondeu pedindo medidas! Passados apenas uns dias recebi pelo correio esta beleza, que se tornou a minha melhor amiga, e a dos meus livros, claro:






(Como se não bastasse ainda tive a lata de encomendar outra semelhante para oferecer a uma amiga)


Como se pode ver na barra lateral, estou neste momento a ler o grande calhamaço que é o 2666, de Roberto Bolaño. O que não se vê é que o livro tem cerca de 1000 páginas e pesa 1,2kg. É quase um pacote de arroz, nem é assim tanto peso, pensam vocês. Mas quando se está a ler pela noite adentro, passadas algumas horas os meus braços estão exaustos e já não consigo pegar no livro. 
É fácil, basta pousá-lo. Mas experimentem ter um pacote de arroz com arestas duras em cima da barriga que vão descobrir que passada meia hora têm de pegar numa almofada para sustentar o raio do livro, e passar o resto do tempo em acrobacias perigosas (todo o cuidado é pouco quando se está a trabalhar com pesos pesados) com a almofada e o livro, que se não fosse tão bom, daria um excelente tijolo.



Uma destas noites fui dar a um site que indicava Gifts for Bookgeeks ou algo do género, e tive uma revelação: esta almofada! Em qualquer outra altura da minha vida talvez tivesse pensado “as coisas que eles inventam”, mas neste caso fiquei fascinada, porque ia de encontro precisamente às minhas necessidades actuais!

Como desta vez a peça me pareceu mais arriscada e elaborada (sou a total ignorante da costura), mandei novo email à minha mãe, com o link e outras imagens elucidativas, e só perguntei se era possível tal peça ser sequer feita!

Quando fui a casa dos meus pais este sábado dei de caras com a almofada especial em cima da mesa e tive um ataque de histeria:







O ângulo é o ideal para manter a leitura, e é bastante útil quando se muda de posição 30 vezes por hora quando se está a ler na cama. E nem falta a fitinha para marcar a página!

O resto da história é fácil de adivinhar. Passei esta noite a ler no sofá, super confortável na minha manta com mangas (perfeita para manter os braços quentinhos), com a minha almofada especial e o meu livro em boa forma.

Para já estou satisfeita, resta saber o que me vou lembrar a seguir. 


Ps- Posso assim confirmar que o talento para trabalhos manuais não é genético :P