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16/06/2011

Autoras favoritas - novos rebuçados em Junho


Neste mês Junho tenho a satisfação de ver lançados dois livros das minhas duas autoras favoritas! Juliet Marillier e Anne Bishop são autoras que sobem automaticamente para o topo de todas as prioridades, e este mês é uma barrigada! Apesar de adorar as duas, e ler todos os livros dela, tenho de reconhecer que os seus livros estão neste momento em diferentes patamares de expectativas. 


A Saída de Emergência publicou este mês O Despertar do Crepúsculo, de Anne Bishop

Este livro em particular é muito mais do que apenas mais um livro da Anne Bishop. É também um livro inserido no universo das Jóias Negras, o mais querido para mim. Mas este livro é especial porque é precisamente o último da autora, no universo Jóias Negras. Ou pelo menos durante um bom tempo, segundo o que ela própria escreveu aqui (cuidado com os spoilers para o Despertar do Crepúsculo). Tenho enorme expectativa em relação a este livro, se por um lado estou ansiosa para lê-lo o mais rapidamente possível, por outro sinto vontade de adiar o momento, e saboreá-lo bem, por ser o último. Em relação a isso, voltam os sentimentos contraditórios: ao mesmo tempo que fico triste por ser o último deste universo tão arrebatador e com personagens tão queridas, fico também satisfeita por existir um ponto final. Tinha receio que a fórmula se começasse a desgastar (alguns livros já não foram tão bons como outros), e a própria autora saturar-se. Desta forma, termina-se o ciclo das Jóias Negras, pelo menos por agora, enquanto é bom. 


Sinopse:

Prendas de WinsolDaemon, Príncipe dos Senhores da Guerra de Joias Negras de Dhemlan, está ainda a adaptar-se ao seu primeiro ano de casado com a sua Rainha Feiticeira, Jaenelle. Porém, com a aproximação da celebração do Winsol que se prolonga por treze dias, Daemon tem de lidar com demasiadas solicitações ao mesmo tempo que se assume como anfitrião da sua admirável família.
Cambiantes de HonraAinda a recuperar da provação que a deixou ferida e furiosa, Surreal regressa a Ebon Rih sob as ordens do Príncipe Lucivar. Quando o seu antigo amante Falonar desafia impiedosamente a autoridade da família à qual ela pertence, Surreal poderá, por fim, sucumbir às trevas que ardem no seu âmago.
FamíliaQuando alguém arma uma cruel cilada à Rainha Sylvia e aos seus filhos, as sequelas consomem por completo as vidas da família reinante de Dhemlan. Terão de desvendar a identidade do Senhor da Guerra conhecido somente como Sem Rosto antes que regresse para terminar o que começou.
A Filha do Senhor SupremoApós a perda das duas pessoas mais importantes da sua vida, Daemon assumiu o papel de seu pai, Saetan, como Senhor Supremo do Inferno, construindo um muro em redor do seu coração. Porém, ao estabelecer inadvertidamente uma nova relação, bastará ela para o libertar da sua vida desprovida de amor? 



Também este mês chegará às livrarias, no dia 20, o mas recente livro da Juliet Marillier, A Vidente de Sevenwaters. Este livro é a continuação do Herdeiro de Sevenwaters, e o segundo volume do que será uma segunda trilogia Sevenwaters. Não escondo que preferia que a Juliet continuassem a escrever as Crónicas de Bridei, mas um livro desta exímia contadora de histórias nunca me deixa indiferente e sei que vou gostar de estar mais uma vez naquele mundo com aquelas personagens. A propósito do lançamento deste livro,a autora virá a Portugal em Julho, como divulguei aqui.

Estou também bastante entusiasmada com este livro por um motivo que nada tem a ver com o conteúdo. Este é o primeiro livro da Juliet Marillier na sua nova editora em Portugal, a Planeta Manuscrito. Isto porque, enquanto leitora e fan da autora, senti que nos últimos anos a obra dela foi muito maltratada pela anterior editora, a Bertrand. Desde atrasos nas publicações, péssimas traduções e até o corte de uma passagem num dos livros sem a autorização da autora. Por estes e outros motivos, eu e muitos fans estamos com bastantes expectativas em relação ao percurso da Juliet nesta nova casa. Sem pressões, claro. Podem ler a opinião da Jen7waters em relação a este livro, tenham Cuidado com o Dálmata.

Sinopse:
Sibeal sempre soube que estava destinada a uma vida espiritual e entregou-se de corpo e alma à sua vocação. Antes de cumprir os últimos votos para se tornar uma druidesa, Ciarán, o seu mestre, envia-a numa viagem de recreio à ilha de Inis Eala, para passar o Verão com as irmãs, Muirrin e Clodagh.Sibeal ainda mal chegou a Inis Eala, quando uma insólita tempestade rebenta no mar, afundando um barco nórdico mesmo diante dos seus olhos. Apesar dos esforços, apenas dois sobreviventes são recolhidos da água. O dom da Visão conduz Sibeal ao terceiro náufrago, um homem a quem dá o nome de Ardal e cuja vida se sustém por um fio. Enquanto Ardal trava a sua dura batalha com a morte, um laço capaz de desafiar todas as convenções forma-se entre Sibeal e o jovem desconhecido.A comunidade da ilha suspeita que algo de errado se passa com os três náufragos. A bela Svala é muda e perturbada. O vigoroso guerreiro Knut parece ter vergonha da sua enlutada mulher.E Ardal tem um segredo de que não consegue lembrar-se - ou prefere não contar. Quando a incrível verdade vem à superfície, Sibeal vê-se envolvida numa perigosa demanda.O desafio será uma viagem às profundezas do saber druídico, mas, também, aos abismos insondáveis do crescimento e da paixão. No fim, Sibeal terá de escolher - e essa escolha mudará a sua vida para sempre.

17/01/2011

A Senhora de Shalador, Anne Bishop

A Senhora de Shalador, Anne Bishop

Título Original: Shalador's Lady
Núm. páginas: 496
Editora: Saída de Emergência

Sinopse: Durante longos anos, o povo de Shalador suportou as crueldades das Rainhas corruptas que reinavam, proibindo tradições, punindo quem se atrevia a desafiá-las e forçando muitos à clandestinidade. Pese embora os refugiados tenham encontrado abrigo em Dena Nehele, nunca conseguiram considerar esse lugar como a sua terra. Agora, depois da aniquilação dos Sangue deturpados de Dena Nehele após a purificação, a Rainha de Jóia Rosa, Senhora Cassidy, assume como seu dever restaurar a terra e dar provas das suas capacidades como soberana. Ciente de que para assumir tal tarefa irá precisar de todo o ânimo e coragem que conseguir reunir, invoca o poder dentro dela que nunca fora posto à prova, um poder capaz de a consumir caso não consiga controlá-lo. Ainda que a Senhora Cassidy sobreviva à sua prova de fogo, outros perigos a aguardam. Pois as Viúvas Negras descortinam nas suas teias entrelaçadas visões de algo iminente que irá mudar a terra - e a Senhora Cassidy - para sempre.


Opinião: A história deste livro passa-se logo a seguir aos acontecimentos de Aliança das Trevas. Cassidy é Rainha de Dena Nehele, com um contrato de apenas um ano de experiência. Este povo muito fragilizado e maltratado está tão sedento de uma boa Rainha como a própria terra. Depois de ter recuperado o tesouro de Lia, a antiga Rainha de Jóia Cinzenta do território, Cassidy conquistou a simpatia e a confiança da sua corte e dos habitantes da sua casa. Esta Rainha de Jóia Rosa está gradualmente a demonstrar a sua capacidade de fazer renascer Dena Nehele, quer junto dos Sangue e dos plebeus da povoação de Grayhaven como também junto dos Sangue influentes do resto do território. Mas nem todos sentem que Cassidy possa fazer a diferença, e existem aqueles que sobreviveram à purificação dos Reinos mas que contêm em si uma semente de perversidade e da deturpação dos Sangue. Essa semente pode encontrar terreno para germinar no coração de uma jovem e insegura Rainha, e destruí-la se esta não for protegida. 



Sou uma fan incondicional de Anne Bishop. O seu mundo das Jóias Negras arrebatou-me de forma inesperada e irregovável desde Filha do Sangue, e estas personagens e o seu negro mundo nunca mais me largaram. Para quem já leu a trilogia das Jóias Negras, é fácil perceber que sou uma apaixonada por este mundo e as suas personagens. Basta atentar no próprio nick que escolhi para me apresentar: SaDiablo. É um nome que traz tanto significado. É o nome da minha personagem favorita desta autora, e é o nome da minha segunda personagem favorita, e também (com uma ligeira variação) da minha terceira personagem favorita. A minha quarta personagem favorita não se chama SaDiablo devido a um acontecimento que é desvendado na trama da trilogia, mas é filho da favorita e irmão da terceira. Confuso? Para os estreantes no mundo fascinante de Anne Bishop, cedo percebem que esta é uma família a ter em consideração, e que aprenderão a amar. Para os já convertidos, desafio-vos a adivinhar as minhas preferências. Mas adiante... (para uma descrição muito precisa do significado que esta autora tem para mim, convido-vos a ler este post da Carla Ribeiro, leitora convidada da Célia no Estante de Livros). É sem dúvida uma das minhas autoras favoritas (só perde para Juliet Marillier) e aguardava com expectativa este A Senhora de Shalador.



Apesar da minha devoção a esta autora, foi a muito contragosto que me tive de admitir não ter gostado tanto de alguns dos últimos livros publicados. Em Jóia Perdida achei que muito do potencial da história ficou por terra, e nem o protagonismo da fantástica Surreal e do rebenta-paredes Lucivar, ambos sempre deliciosos, conseguiu trazer o livro ao nível que Bishop nos tinha vindo a habituar. Com Sebastian e Belladona, Bishop apresenta-nos todo um novo universo, Efémera. E apesar de serem livros que gostei imenso e me terem agarrado do início ao fim, não me arrebataram como as Jóias Negras (que estão por si só num patamar muito elevado de comparação). O Anel Oculto apresenta-nos acontecimentos fora da série temporal dos anteriores das Jóias Negras, e apesar de ser um excelente livro, não evitei sentir saudades das personagens que tanto adoro. É no seguimento deste que surge Aliança das Trevas, com novas personagens principais, mas um protagonismo partilhado com o clã SaDiablo e companhia, e devo dizer que isso fez toda a diferença.



E assim chegamos a este A Senhora de Shalador, continuação directa do anterior. O melhor elogio que posso fazer a este livro é que me fez regressar ao mundo das Jóias Negras de uma forma tão arrebatadora como já não acontecia desde a trilogia e Teias de Sonhos. Uma Anne Bishop da qual já sentia saudades e que tem em mim um efeito de droga. Este livro deixou-me ao mesmo tempo saciada e exultante, com vontade de ter mais; para logo a seguir começar sofrer os terríveis efeitos de abstinência com o esgotar da dose. Li-o em dois dias, com direito a noitadas e olheiras consideráveis no dia seguinte. 

A história desta nova Rainha, da sua corte e do seu povo cativou-me e fez-me ler noite adentro. As novas personagens, densas e tão interessantes como as já conhecidas conquistaram-me. Os Parentes fizeram-me rir e quase chorar. A malvadez e a deturpação dos vilões, e a estupidez e cegueira daquele que não é vilão no coração fizeram-me virar páginas furiosamente para ler mais. E claro... as minhas personagens favoritas agarram-me em todos os capítulos em que surgem. Um balão de oxigénio que eu mal conseguia largar, um pedacinho mais desta droga que me faz rir tanto como faz chorar. Matei algumas das saudades destas pessoas que não existem, e fiquei com muitas mais. Talvez seja impressão minha, mas creio que detectei na escrita sentimentos semelhantes da própria autora, como se cada linha escrita acerca de Jaenelle, Daemon, Lucivar, Saetan, Deamonar, Draca e Karla (Beijinho, Beijinho) fosse um presente auto-imposto. Como se a autora sentisse tanto prazer a escrever sobre este mundo, como nós a ler. E tanto carinho e adoração pelas suas criações como os seus leitores mais fieis.

Acredito mesmo que assim seja, e recomendo sem qualquer reserva este livro a leitores de Anne Bishop, mesmo aqueles que se desligaram um pouco da autora. E recomendo também, e recomendo sempre, àqueles que ainda não conhecem esta autora que não percam tempo. Não é um tipo de leitura para todos os gostos, e há quem recomende apenas a estômagos fortes, mas é sem dúvida um universo arrebatador e apaixonante.


Deixando apenas umas notas finais, positivas e negativas (que este testamento já vai longo). Mais uma vez uma capa muito bonita e apelativa, e uma excelente tradução da Cristina Correia, como tem sido hábito! 
Por outro lado, além do enorme azar que tiveram com a exclusão inadvertida de um capítulo da história, é impossível não reparar no pobre trabalho de revisão que este livro foi alvo. Para aqueles que, como eu, não perdoam uma dose considerável de gralhas, exorto-vos a ignorá-las e prosseguir a leitura, que recompensa os pequenos erros. Não é nada comum no trabalho desta editora, que nos tem proporcionado livros com excelente qualidade gráfica e edições muito boas, por isso esperemos que este livro tenha nos próximos tempos uma nova edição com as devidas correcções.


O melhor: Um excelente regresso ao universo das Jóias Negras.

O pior: Os problemas de nível gráfico que têm assolado esta edição, mas que acabam por não ensombrar a qualidade do livro.



5/5 - Excelente!

09/11/2010

A Senhora de Shalador

Esta novidade da Saída de Emergência merece-me atenção especial, e como tal, tem direito a um post exclusivo! 

Anne Bishop é uma das minhas autoras favoritas, sem qualquer hesitação.  
O seu universo das Jóias Negras, em particular na Trilogia das Jóias Negras, seduziu-me desde o primeiro momento, e arrebatou-me ao longo dos três volumes coma uma intensidade que um livro não me proporcionava em muito tempo.
Filha do Sangue apresenta-nos uma Jaenelle jovem, mas poderosa desde o início da sua convivência com as apaixonantes personagens do Reino das Trevas, com um ritmo de narrativa que nos faz não querer parar de ler e um final arrebatador, este mergulhar no mundo das Jóias Negras proporciona uma leitura fantástica.



Se em Herdeira das Sombras ficamos a conhecer melhor o círculo de personagens que orbita em redor desta desconcertante Jaenelle, ao mesmo tempo toda uma rede de acontecimentos se estabelece e a malícia e perfídia se espalham nos Reinos dos Sangue. Porque esta é uma das particularidades da escrita de Bishop: amamos as nossas personagens na mesma medida em que odiamos as “más”, com a sublime aceitação de que as personagens que admiramos não são apenas feita de luz. Muito pelo contrário.
O último volume da trilogia, Rainha das Trevas, é absolutamente magnífico. É o culminar de toda uma espiral de poder, amor, maldade e sacrifício. É um final desconcertante, completo e incompleto. É arrebatador.
Um universo negro e obscuro, com personagens tão humanas como fantásticas, e um conceito de bem e mal muito particular, extremamente preciso. É um mundo em que depois de entrarmos, dificilmente conseguimos sair. As personagens ficam connosco, não nos largam e não queremos esquecê-las.
É também um pouco esse o sentimento da própria autora, que gradualmente nos vai presenteando com novos livros deste universo negro tão valioso. Variando em alguma medida o foco dos seus livros.




Depois da trilogia, foram editados mais dois livros na continuidade dessa história. Teias de Sonhos é uma colectânea de quatro short-stories sublimes, passadas em diferentes contextos temporais relativamente à trilogia, com foco em personagens individualmente e episódios particulares. É um complemento delicioso à trilogia, matamos saudades e ficamos com mais ainda. Jóia Perdida é um livro passado no final da trilogia e de Teias de Sonhos, e relata um episódio em particular, com uma das personagens mais interessantes e apaixonantes deste universo no centro: Surreal SaDiablo. É de certa forma um tributo a esta mulher e aos que a amam, como nós, leitores.




Num universo totalmente independente dos Sangue e das Jóias, Anne Bishop trouxe-nos os complexos e maravilhosos mundos de Efémera "onde a terra se altera em resposta aos mais profundos desejos e medos dos seus habitantes", com os seus dois livros Sebastian e Belladona. Num universo não tão negro e visceral como o dos Sangue, Bishop consegue igualmente presentear-nos com excelentes personagens e enredos apaixonantes.







Igualmente no universo dos Sangue, mas numa escala temporal e espacial distinta, temos Anel Oculto. É um livro igualmente apaixonante, com apenas uma das personagens centrais envolvido no enredo: o magnífico Daemon Sadi. Aliança das Trevas segue na mesma linha de contexto espacial de Anel Oculto, com um lapso de 100 anos entre as duas histórias. Pela primeira vez lidamos com uma protagonista de Jóia Clara, mas desenganem-se se pensam que Cassidy é menos apaixonante, ou o seu mundo menos empolgante. Esta Rainha acaba rodeada das personalidades mais poderosas do seu tempo, Príncipe dos Senhores da Guerra de Jóia Negra e Ébano-Acinzentada, filhos do Senhor Supremo do Inferno em pessoa! Ingredientes suficientes para nos manter agarrados às suas páginas.
 
É no seguimento deste livro que nos surge o mais recente lançamento desta autora em Portugal. A Senhora de Shalador é a continuação do percurso de Cassidy e dos seus amigos e da sua corte.
Devo dizer que, além disto, pouco mais sei acerca do conteúdo desta obra. Nem a sinopse li com atenção. Porquê? Porque já estou à espera deste livro, e ansiosa pela sua publicação há já algum tempo. Ser um livro desta autora soberba é motivo suficiente para estar imediatamente na minha lista de aquisições e leitura para breve. É uma autora da qual não me canso e à qual me mantenho fiel. Não será certamente leitura para todos os gostos, mas recomendo vivamente aos fans de fantástico, pois é sem dúvida uma autora fantástica. 
Para os mais distraídos, basta atentar ao meu nick SaDiablo, que não engana. 

À venda a 12 de Novembro!





Título: A Senhora de Shalador
Autora: Anne Bishop
Coleção: Bang!
Núm. páginas: 496
ISBN: 9789896372866



Sinopse: Durante longos anos, o povo de Shalador suportou as crueldades das Rainhas corruptas que reinavam, proibindo tradições, punindo quem se atrevia a desafiá-las e forçando muitos à clandestinidade. Pese embora os refugiados tenham encontrado abrigo em Dena Nehele, nunca conseguiram considerar esse lugar como a sua terra. Agora, depois da aniquilação dos Sangue deturpados de Dena Nehele após a purificação, a Rainha de Jóia Rosa, Senhora Cassidy, assume como seu dever restaurar a terra e dar provas das suas capacidades como soberana. Ciente de que para assumir tal tarefa irá precisar de todo o ânimo e coragem que conseguir reunir, invoca o poder dentro dela que nunca fora posto à prova, um poder capaz de a consumir caso não consiga controlá-lo. Ainda que a Senhora Cassidy sobreviva à sua prova de fogo, outros perigos a aguardam. Pois as Viúvas Negras descortinam nas suas teias entrelaçadas visões de algo iminente que irá mudar a terra - e a Senhora Cassidy - para sempre.