Tradutor: Alberto Gomes
Editora: Edições RBA
Sinopse: Em pleno Inverno, Poirot encontra-se em Istambul, decidido a tomar o Expresso do Oriente. Depois de uma noite mal passada, a sua tranquilidade é perturbada quando uma tempestade de neve obriga o comboio a parar e aparece o cadáver de um passageiro brutalmente apunhalado.
Opinião: Este é apenas o segundo livro que leio da mestre do crime, Agatha Christie, depois de Morte no Nilo. É também o primeiro em que travo conhecimento com o mítico Hercule Poirot, apesar da sua fama o preceder, claro.
Além do enredo em redor do crime, este livro conquistou-me logo pelo cenário, comboio mais famoso do mundo: o Expresso do Oriente. Adorei a maneira como cada uma das personagens (os suspeitos, portanto) foi sendo introduzida juntamente com um pedaço de informação relevante, mas aparentemente casual.
Gostei do tom dedutivo dos diálogos e o livro prendeu-me desde o início até à última página. A única coisa que consegui adivinhar, quando estava quase no fim do livro e já se isolavam alguns suspeitos, foi que provavelmente nas poucas páginas que faltavam alguma reviravolta surgiria e mudaria tudo. E não me desiludiu.
Tenho este livro numa edição da colecção de banca da RBA, e a qualidade é muito boa mesmo. Quer na publicação em si (capa dura e boa qualidade do papel) como da tradução e texto.
Uma leitura leve mas absorvente, que dispensa apresentações. Recomendo.
O melhor: O raciocínio dedutivo.
O pior: Nada que tenha identificado.
4/5 – Gostei bastante.
